|
Welcome to my sweet nightmare Ao de sempre Falar de você porque você é meu futuro. Escrito por Mari às 22h19 [ ] [ envie esta mensagem ] Amar dói Deixa-me confusa, diabos, por que tão difícil assim? Escrito por Mari às 21h24 [ ] [ envie esta mensagem ] É só uma tentativa Se estivesse vendo de fora, diria bem feito. Mas muito bem feito para você. Duas talvez. Resta rir. Escrito por Mari às 11h29 [ ] [ envie esta mensagem ] Acabou? Não, não, não acabaram meus amores, bem como não acabou a minha esperança. Basta relembrar porque te amo. E basta relembrar se tudo isso para meu coração basta.
PS. COMO É BOM ESCREVER AQUI! Escrito por Mari às 00h42 [ ] [ envie esta mensagem ] Coisas que só as rugas ensinam. Morria de medo de ficar velha. Sério mesmo. É tosco, eu sei, mas faz parte da cultura popular desprezar tudo o que é velho, achar que a velhice é o fim, é ser defasado, ruim, antiquado, quadrado, careta... Atire na minha cabeça se algum dia eu acompanhar a novela das 8 (como diz um amigo meu), sintoma do que é velhice para mim. Quando tinha uns 14 anos, tinha uma professora de inglês de 25. Ela era cool, esperta, descolada. Era o que eu queria ser na época. Mas nova. Achava que ela possuía toda a sabedoria do mundo. Por ser velha. Veja bem minha gente, velha! Achava que com 24/25 eu estaria casada, teria filhos, uma vida estável, uma casa e um carro. Hoje não tenho nada disso, por diversos motivos. Sim, me sinto um pouco fracassada. Não sou velha o bastante para tal responsabilidade. O pior foi que descobri que nunca serei. Achava que viver um ano a mais traria as responsabilidades, com uma fita vermelha, dentro da caixa de presente, assim... Não vai acontecer nada disso, continuo a mesma bundona. Claro, os pensamentos mudam, atitudes, e tudo isso graças aos céus mas nós não percebemos nossas mudanças. Todo aniversário eu tiro uma foto minha. E como eu mudei. Eu não percebi, mas ganhei linhas de expressões, formas diferentes no rosto, pança. Estou envelhecendo. Claro, alguém mais velho que ver isso vai rir adoidado, assim como eu riu de uma menina de 14 anos hoje em dia, que se acha mulher. Mas nós não percebemos nossas mudanças. Coisa estranha isso. Apesar das minhas novas linhas de expressão, dos meus quilos a mais, dos pedreiros não me chamarem de gostosa quando passo pela obra, do meu primeiro cabelo branco que eu não achei ainda mais está aqui, eu estou vivendo o meu melhor. Gosto da minha liberdade sem responsabilidade, coisa de gente mimada, claro, posso? Ainda tenho medo de envelhecer, mas agora vejo que serei bem melhor quando chegar nos meus 30. E ainda torço para não ver meu cabelo branco perdido, porque as rugas do sorriso, já estão aqui! Escrito por Mari às 14h58 [ ] [ envie esta mensagem ] O homem mais bonito que eu já vi Estava assim, sentado no sofá. Tinha os olhos bem pretos, muito pretos, daqueles que dá até um pouco de medo de olhar. E brilhavam. Ainda não sei qual o motivo, mas eles brilhavam. Talvez porque fossem olhos verdadeiros, que não precisassem fingir. Não precisavam fugir de nada. Vestia-se como não precisasse mentir. Assim, com roupas de ficar em casa. Moleton, de cor escura, que a gente põe para ler livro antes de dormir, para fumar o último cigarro de madrugada, ver um filme de romance cult, depois de tomar banho, essas roupas de querer esquecer o mundo. Tocava violão e cantava canções que agora fazem parte da minha vida. Coincidentemente, as ouvi quando estava com saudades, sem querer, fez lembrar de ti naquele momento. Parecia um menino. Aquele menino que adormece no homem. E estava lindo, peculiarmente lindo. Num lindo que eu queria colocar numa moldura, numa beleza que me alegrou tanto que até deu uma vontadezinha de chorar. E então eu quis te amar de novo, pela segunda vez na noite, pela vida inteira enquanto durar, e eu quis te amar todos os dias, porque era o menino que eu queria pra mim. E sabendo que não era possível, ninguém pode ser tão bonito assim pra sempre, ah nem estava tão bonito assim, vai, resolvi que eu ia mentir para mim. Porque eu queria te tirar do mundo de faz de contas, queria você verdadeiro para sempre, foi a primeira vez que te vi assim. Vi-te sem máscara. Eu enxerguei você. E que alegria me deu isso! Adoravelmente bonito, estava amavelmente lindo, pois era verdadeiramente você. E como aquele momento foi eterno, pois ele não me escapa da lembrança, vem nas horas de saudades, vem nas horas de devaneio, vem no sábado de manhã, vem de encontro com a minha perturbação. É a ambigüidade de amor confuso, de paixão platônica, de romance solto, com os olhos mais escuros que eu já vi na vida, foi o homem mais bonito que vi de presença... Escrito por Mari às 14h51 [ ] [ envie esta mensagem ] A farsa da nova monarquia brasileira Vejam só vocês, anos depois, volta a monarquia brasileira. Preguiçosa por si só, com o rei na barriga. A monarquia de hoje, tem como bobo da corte o rei, que acha que o dinheiro compra tudo, compra a dignidade alheia. Acha que tem dinheiro a dar com pau, mas na verdade sabemos que por ser rei, não passa mesmo de classe média que se acha rica. Faz tudo para agradar o principado, enquanto o principado só quer mesmo é saber da conta que acham ser felpuda do patriarca. Patriarca esse que vive a mercê da rainha da moral fraca, motivo de chacota geral, pensava que a filha ia casar virgem, e que o filho não leva garotinhas para debaixo do lençol. Patriarca bobo da corte se deixa levar por ela, todas as decisões do reino passam por ela, o que fez o reino parecer um jogo de morais de mentira, uma terra de faz-de-conta, um lúgubre lugar onde casais se traem, mas continuam casados, mocinhas abortam mas são virgens e mocinhos são quase padres, até na parte de abusar do poder santo. Como o principado não é muito atento a paternidade, esse resolve se comunicar por bilhetes, bilhetes mal escritos, com data hora, olha estive aqui pra te vigiar, príncipe do meu bom grado,casto príncipe de sua mãe santa, que mal sabe ela que o mocinho gosta mesmo de enrabar as mulatas de revés. E a futura princesa plebéia, atéia, comunista deve se esconder para que não saibam do namoro às avessas, escondido, pois veja bem você, sua pretendente deve ter doutorado na arte de ser santa, engolir hóstia goela a baixo, batizado, catecismo, crisma, e casar e ser virgem. Como puta mansa, desce até o inferno do seu próprio ego, espera e espera, engole a bebida para aquecer. Bela injustiça com um ser do povo, que está aqui apenas para servir, ó vossa majestade. E olha só, a plebéia ainda nem chegou ao causo de ficar grávida para tomar o trono real. Achando graça dessa pompa senil de seus sogros, pensa que veio para acabar com o mundo de conto de fadas. Pois eles estão nus, todos eles. Nus de coroa na mão, sobra de sua futura ruína. E agora vossa majestade? Consegues limpar sua própria bunda frente a toda essa sujeira que fizeste? Ante aos gritos de “Maria – A Louca” – Limpe essa sujeira que eu mesma causei mas limpe você , rei dos bobos da corte, homem frouxo da minha tristeza, me fez parir descrentes da minha amargura, pague pelo seu pecado, que eu mesma cometi, mas remeto à você, patriarca negligente! E o gordo monarca perdido como sempre, piora o que já é pior e assim vira um círculo vicioso de hipócritas mentecaptos, esperando a próxima ação debaixo da coberta de seus herdeiros e a loucura da rainha “corta cabeças com espada sagrada”. Patético. Escrito por Mari às 18h37 [ ] [ envie esta mensagem ] Tentando não te amar A distância me remete a vida sem você.
Escrito por Mari às 12h24 [ ] [ envie esta mensagem ] "Nosso estranho amor" O que eu posso dizer é que mesmo pesando uma tonelada em nossas costa, é doce, às vezes tanto, que engana o coração, e dá uma vontade de mandar tudo para bem bem longe. Ao mesmo tempo, só sobrevive por estar tão longe ... Só pode mesmo, ser isso ... estranho amor ... Nosso estranho amor - Caetano Veloso Não quero sugar todo seu leite Nem quero você enfeite do meu ser Apenas te peço que respeite O meu louco querer Não importa com quem você se deite Que você se deleite seja com quem for Apenas de peço que aceite O meu estranho amor Oh! Mainha deixa o ciúme chegar Deixa o ciúme passar e sigamos juntos Oh! Neguinha deixa eu gostar de você Prá lá do meu coração não me diga Nunca não Teu corpo combina com meu jeito Nós dois fomos feitos muito pra nos dois Não valem dramaticos efeitos Mas o que esta depois Não vamos fuçar nossos defeitos Cravar sobre o peito as unhas do rancor Lutemos mas só pelo direito Ao nosso estranho amor Escrito por Mari às 19h49 [ ] [ envie esta mensagem ] El monstruo Ela nunca havia dito que era perfeita. Nunca fez promessas, nunca deu esperanças. Mesmo assim sofro com o que causou, velha dona do meu coração, que foges de mim há tanto tempo. Minha dama el rojo criou um monstro. Liga não, todo mundo tem seus deslizes, suas teimosias e seus remorsos. Seus arrependimentos, suas desilusões, suas farsas. E agora que dormes no meu braço, choraminga suas mágoas, machucando ainda mais meu coração, já inflado e cansado dessas tais esperanças nunca dadas: Criei um monstro, ela diz. Feio, que fica me observando do outro canto da sala, como os olhos vermelhos de raiva, parece mesmo um dragão bufando no meu cangote, soltando um bafo de enxofre que me faz lembrar do que era para cair no esquecimento. Eu não o suporto! E devo conviver com ele, porque não vai embora, e de vez em quando encosta em mim, o que faz aumentar minha repulsa. Nojo. E como foi que isso aconteceu? A madrugada e a dose a mais não me deixaram enxergar o que a manhã parecia tão claro. Eu nunca fui perfeita, sabes? Mas dessa vez minha consciência não me deixa esquecer. Maldição. Ficas esfregando em mim igual gato de rua, cheiro pútrido, salgado, de quem quer deixar marca no território. Não consigo me livrar . E então ela dorme um sono profundo, de quem não quer acordar mais, para ver se esquece daquilo que lhe aparece até em sonhos. Fez tudo isso porque está perdida. Eu bem sei. Fez tudo isso e eu também sei, o que me faz desmontar em milhares de pedaços, porque quis a causar a alguém sentimentos. Quais eram esses eu não sei. Sei quais são os meus, desajeitados por não te ter por completo, mas feliz por fazer parte da sua vida. Dou-lhe um beijo na testa, e deixo em seus sonhos de contos de fadas, sigo meu caminho, para poder encontrá-la na frente ... A dama del rojo, tão perfeita em meus pensamentos, tão desastrosa na vida real. Escrito por Mari às 12h56 [ ] [ envie esta mensagem ] Perdendo o corpo É só mais um gole para esquentar. Escrito por Mari às 18h33 [ ] [ envie esta mensagem ] Perdendo a alma Muito fácil perder a alma no labirinto de corpos que nós nos envolvemos. Escrito por Mari às 16h21 [ ] [ envie esta mensagem ] Perdendo a vida Porque cada vez que te beijo, perco 15 minutos de vida. Coisa nociva isso, da tarquicardia. Acelera o peito , fica vermelha e ai, menos 15 minutos. Ascende, traga, toma conta, assopra. Alívio. Contamina, coisa ruim, penetra no corpo, solta endorfina. Daí pra dizer que não gosto. És meu vício. Ah e porque não dizer,alegria minha . Minhas preocupações de menina, minhas tristezas repentinas, minhas birras no meio do dia. Tudo por conta da minha fraqueza. A fraqueza de te querer bem, de achar que faz parte da minha vida. Se não pode me ter em corpo, então assim te entrego a alma. E eu sei que brinca com ela, alimenta meu vício pré-adolescente, acaba com as esperanças, depois da alegria. E ai faço manha, finjo não ligar, mas é tão claro, como céu de brigadeiro, como eu queria poder ou ter por inteiro, ou largar de vez. Queria falar na hora tudo o que penso falar, ou pra te acabar ou pra te conquistar. Vício a gente não larga. Já faz parte da gente. Já fazes parte de mim, minha platônica vida , que me consome, me adere, que ama, que queima. Que me adora. Escrito por Mari às 23h01 [ ] [ envie esta mensagem ] Over, and over, and over again Homens são todos iguais. Era uma máxima da qual eu não gostaria de acreditar. Escrito por Mari às 13h53 [ ] [ envie esta mensagem ] De novo , over and over Eu digo toda vez que não faço dessa vez. Prometo a mim mesma, e tento esquecer. A gente põe para debaixo do tapete, o que é visível até para quem não conhece. Esse ato estranho de se relacionar. E se eu falar que foi a primeira vista,acreditaria? Que coisa estranha isso de te querer perto. Só por estar, sem nada, sabe? Só para olhar. E saber o que quer dizer cada expressão. Cada uma mesmo. Só não te conto porque diria que é mentira. Porque sei la o porquê, não dizemos logo o que tá óbvio não é? Mas tudo bem. Faço pose de que não acredito. Iluda-me ou eu mesmo me iludi, isso la já não importa. Se tem nome isso de sentimento, eu também não sei. Só queria que fosse livre. Talvez não tivesse graça. Tudo tem sua hora. Tudo são escolhas. E lá da pra escolher sentimentos? Bobagens... Escrito por Mari às 00h18 [ ] [ envie esta mensagem ] |
||
![]() | ||